Recentemente, o portal TeleTime trouxe à tona uma discussão vital para o nosso mercado: o posicionamento da Gristec (Associação das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento) sobre o fim das redes legadas (2G e 3G) no Brasil.
O diagnóstico é claro: há motivo para tensão, mas não para pânico. Para você, que gerencia uma central de rastreamento, essa frase resume o equilíbrio necessário para atravessar o momento atual. Em dezembro de 2025, o desligamento não é mais uma ameaça futura, mas um processo em curso que exige uma postura de liderança técnica.
O que a Gristec aponta e como isso afeta sua Central?
De acordo com as análises do setor, o grande desafio não é apenas a disponibilidade do sinal, mas o custo da transição. A migração de milhões de dispositivos exige planejamento financeiro e suporte logístico. Aqui estão os pontos fundamentais destacados pela notícia e como devemos interpretá-los:
1. A Inevitabilidade da Anatel
A Anatel já cessou a homologação de novos dispositivos exclusivamente 2G e 3G há algum tempo. Isso significa que o mercado de reposição está secando. Manter uma base antiga hoje é sentar sobre um ativo que perde valor a cada dia e que, em breve, não terá mais peças de reposição ou suporte das operadoras.
2. O Risco da “Morte Súbita” do Sinal
Embora as operadoras realizem o desligamento de forma gradual, em algumas regiões o processo é acelerado pelo RAN Sharing (compartilhamento de redes). Isso pode causar o que chamamos de “morte súbita” do serviço em bairros específicos ou rotas comerciais, gerando picos de reclamações que sua equipe de suporte pode não dar conta de atender.
3. A Necessidade de Planejamento de Caixa
Como bem pontuado pelo setor, a migração exige capital. O dono da central precisa decidir: vou esperar o cliente reclamar para trocar o hardware ou vou usar essa migração como uma oportunidade de fidelização e upsell?
A Visão da Voxter: Transformando Tensão em Estabilidade
Nossa recomendação, alinhada com as boas práticas do mercado, é a migração proativa.
A transição para tecnologias como o LTE-M (4G) e o NB-IoT, aliada à conectividade multioperadora, elimina a dependência de uma tecnologia que está sendo “aposentada”.
Como podemos ajudar sua Central neste momento:
- Infraestrutura Pronta: Nossos chips multioperadora e hardwares de última geração foram selecionados justamente para oferecer a longevidade que o 2G não possui mais.
- Autonomia de Gestão: Através do Portal LARA, você monitora quais dispositivos da sua base ainda operam em tecnologias antigas e planeja a substituição de forma organizada.
Conclusão do Painel: O desligamento das redes antigas é um rito de passagem para um rastreamento mais profissional e confiável. Como diz o alerta da Gristec, a tensão existe para nos tirar da zona de conforto e nos mover em direção à modernização.
Sua central está preparada para o cenário de 2026? Não deixe que o cronograma das operadoras dite o ritmo do seu negócio. Fale com os consultores da Voxter e entenda como podemos apoiar sua transição tecnológica com as melhores soluções de conectividade e hardware do mercado brasileiro.
Fonte: Teletime | “Desligamento do 2G e 3G: ‘há motivo para tensão, mas não para pânico’, diz Gristec” | Por Danilo Paulo em 09/12/2024



