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O fim do 2G no Brasil: O que sua central precisa fazer hoje para não perder a base amanhã

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Se você ainda tem rastreadores operando exclusivamente em 2G na sua frota, o cronômetro chegou ao zero. Em dezembro de 2025, o desligamento das redes de segunda geração pelas grandes operadoras brasileiras deixou de ser um aviso distante para se tornar uma realidade operacional que está “apagando” veículos dos mapas em todo o país.

Para o dono de uma central de rastreamento, este é o maior desafio logístico e financeiro da década. Mas, além do risco, existe uma oportunidade de ouro para quem souber liderar a transição tecnológica diante dos clientes.

1. Por que o desligamento é inevitável?

As operadoras precisam liberar o espectro de frequências para o 5G e 6G, que são muito mais eficientes. Manter as torres 2G ativas tornou-se caro e tecnologicamente inviável.

O que você está vendo agora são as chamadas “áreas de sombra” aumentando. O rastreador do seu cliente funciona em um bairro, mas fica offline no trajeto, simplesmente porque a torre daquela região já foi migrada. Isso gera um volume de suporte técnico que pode paralisar a sua central se você não tiver um plano de migração.

2. O custo do “esperar para ver”

Muitos gestores adiaram a troca dos equipamentos 2G devido ao investimento necessário. No entanto, o custo de perder um cliente por falta de sinal é infinitamente maior do que o custo da atualização tecnológica.

  • Churn (Cancelamento): Um cliente que fica offline no momento de um sinistro não apenas cancela o contrato, ele se torna um detrator da sua marca.
  • Sobrecarga de Suporte: Sua equipe técnica perde horas tentando “resetar” equipamentos que não têm defeito físico, apenas não encontram mais rede.

3. A transição inteligente para 4G LTE-M e NB-IoT

A solução não é apenas trocar o chip, mas atualizar o hardware para tecnologias preparadas para o futuro, como o LTE-M e o NB-IoT. Essas redes foram criadas especificamente para Internet das Coisas (IoT), oferecendo:

  • Maior penetração de sinal: Funcionam melhor em subsolos e áreas rurais.
  • Baixo consumo de energia: Essencial para rastreadores de ativos sem alimentação constante.
  • Longevidade: São redes que estarão ativas pelas próximas décadas.

4. Como a Voxter facilita essa migração?

A Voxter se preparou para este momento. Entendemos que trocar a base inteira de uma vez pode ser pesado para o fluxo de caixa. Por isso, nossa abordagem é focada em estabilidade e autonomia:

  • Conectividade Multioperadora 4G: Chips que garantem que, onde houver sinal de qualquer tecnologia ativa, seu equipamento estará reportando.
  • Hardware de Transição: Equipamentos modernos, homologados e com alta sensibilidade de sinal para as novas frequências. Destaque para os modelos J16 Original e J16 Plus, com conectividade 4G e fallback para a rede 2G.
  • Gestão via Portal LARA: Você consegue identificar em tempo real quais equipamentos da sua base estão sofrendo com instabilidade de rede e priorizar a troca antes que o cliente perceba.

Insight do Painel: Não trate a troca do 2G como um custo, mas como um “upgrade de segurança”. Se estiver previsto em contrato, também é possível cobrar um valor para ‘upgrade de tecnologia’.


Conclusão: O futuro não espera

O desligamento da rede 2G é o fim de uma era, mas o início de uma operação muito mais profissional e estável. Quem agir agora, enquanto a migração ainda é gerenciável, terá uma vantagem competitiva enorme sobre as centrais que vão esperar o sinal apagar de vez para tomar uma atitude.

Sua base ainda depende do 2G? O time técnico da Voxter está pronto para ajudar você a desenhar o plano de migração mais eficiente para a sua central, unindo os chips certos ao hardware de melhor custo-benefício.

Conte com a Voxter!
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